Afeto - Associação de Famílias para o Bem Estar
Menina soprando flor no campo. Menino brincando com bola de sabão. Menina soprando borboleta.
Associação de Famílias para o Bem-Estar e Tratamento da Pessoa com Autismo
Uma Borboleta em uma Flor

Comunicados Noticias

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  • 1º Encntro Brasil & USA de Autismo

    12/05/2015

    1º ENCONTRO BRASIL & USA DE AUTISMO Programação 05 de junho de 2015 07:00h – 08:30h Credenciamento 08:30h – 09:00h Abertura 09:00h – 10:00h Dra. Maria Martha Hubner, Presidente da Association for Behavior Analysis International ,membro de contato da B.F. Skinner Foundation. Atualmen... ver mais

    1º ENCONTRO BRASIL & USA DE AUTISMO
    Programação
    05 de junho de 2015
    07:00h – 08:30h Credenciamento
    08:30h – 09:00h Abertura
    09:00h – 10:00h Dra. Maria Martha Hubner, Presidente da Association for Behavior Analysis International ,membro de contato da B.F. Skinner Foundation. Atualmente coordena o Serviço de Psicologia da Divisão de Psiquiatria e Psicologia do Hospital Universitário da USP. É pesquisadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia- Estudos sobre Comportamento, Cognição e Ensino. Tem experiência de docência, pesquisa e aplicação em Psicologia, em Análise do Comportamento, atuando principalmente nos seguintes temas: comportamento verbal, aprendizagem, leitura, equivalência de estímulos, leitura recombinativa, autismo e terapia comportamental
    Palestra \"Como é e como fazemos no CAIS-USP\"
    10:00h - 10:15h perguntas
    10:15h – 10:45h intervalo
    10:45h – 11:45h Dra Renata Flores Tibyriçá, Defensora Pública do Estado de São Paulo, com atuação de junho 2010 a julho de 2014 na Unidade da Defensoria da Fazenda Pública da Capital e acompanhamento de pedidos de efetivação de direitos fundamentais de pessoas com transtorno do espectro do autismo e pessoas com deficiência, entre outros de acompanhamento da Unidade.
    Coordenadora do Núcleo Especializado dos Direitos do Idoso e da Pessoa com Deficiência da Defensoria Pública do Estado de São Paulo.
    Doutoranda e Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM)
    Palestra: Entendendo as leis para vencer obstáculos na condução da pessoa com autismo

    11:45h – 12:00h perguntas
    12:00h – 14:00h almoço
    14:00h – 15:00h Carmem Lydia da Silva Trunci de Marco, Pedagoga, Psicóloga, Pós-graduada em Terapia Familiar Sistêmica e especialista em Psicologia Escolar e Clínica pelo Conselho Regional de Psicologia, Diretora do Colégio Paulicéia, da Clyma Assessoria em Educação Inclusiva e da Ser Especial – Associação Assistencial de Integração ao Trabalho, Consultora em Inclusão de pessoas com deficiência no Mercado de Trabalho, 35 anos de experiência em educação inclusiva
    Palestra: “ Inclusão de Fato e Não de Papel

    15:00h – 15:15h perguntas
    15:15h – 16:15h Meca Andrade, MA, Psicologa formada pela PUC (1995) com mestrado em Analise do Comportamento e mestrado pela Northeastern University, Boston, MA (2001). Atualmente concluindo doutorado pela Western New England University, Springfield, MA (previsto 2015). Trabalha com analise do comportamento aplicada (ABA) no campo do autismo desde 1996. Experienca profissional inclui: (a) 15 anos trabalhando no New England Center for Children em Massachusetts, exercendo cargos de supervisão, no contexto de residências e atendimento educacional especial e inclusivo, (b) 1 ano em Uganda no atendimento de indivíduos com autismo e (c) 2 anos no Brasil como consultora de escolas, associações e famílias.
    Palestra: ABA, ABA, ABA - O que é e o que não é

    16:15h – 16:30h perguntas
    16:30h – 17:30h Dra. Rosa Magaly Morais, Médica medica, com especialização em pediatria, psiquiatria geral e psiquiatria da infância e adolescência. Título de psiquiatra e psiquiatra da infância e adolescência pela Associação brasileira de psiquiatria e coordenadora clinica do programa de transtorno do espectro autista (PROTEA) IPQ- HC-FMUSP
    Palestra: Tratamento Baseado em Evidencia e TEA

    17:30h – 17:45h perguntas

    06 de junho de 2015

    08:30h – 09:30h Dr. Paula Braga-Kenyon, Ph.D., BCBA-D, Formada em Psicologia pela PUC-SP, fez o Mestrado em Análise do Comportamento na Northeastern University em Boston-MA, fez o Doutorado em Análise do Comportamento na Western New England University.Paula trabalhou no New England Center for Children (NECC). Paula também trabalhou com crianças com Autismo e Distúrbios Emocionais no Spectrum Center no Norte da CA e no Melmark New England em Massachusets. Atualmente é Vice Presidente Clínica da Bright Futures Academy na California, USA, e Professora do Curso de Mestrado em Análise Comportamental Aplicada pela Northeastern University em Boston, MA. Paula é revisora editorial das revistas JABA (Journal of Applied Behavior Analysis), JEAB (Journal of Experimental Analysis of Behavior), Psychological Records, REBAC (Revista Brasileira de Análise do Comportamento), and EJOBA (European Journal of Applied Behavior Analysis).
    Palestra: Características de um programa efetivo de Análise Comportamental Aplicada em casa”

    09:30h – 09:45h perguntas
    09:45h – 10:45h Linda A. LeBlanc, Ph.D., BCBA-D, Diretora Executiva de Pesquisa e Serviços Clínicos no “Trumpet Behavioral Health”
    Psicóloga clínica licenciada, com especialidade em análise de comportamento e membro da Associação de Análises de Comportamento Internacional
    A sua atual pesquisa inclui estudos na área de tratamento comportamental do autismo e deficiência de desenvolvimento durante a vida, comportamento verbal, treinamento para o trabalho e gestão do comportamento organizacional em situações de serviços e a incorporação de tecnologia em intervenções comportamentais.
    Palestra:Using Evidence Based Naturalistic Teaching Strategies to Enhance Instruction with Children with Autism
    tradução: Tecnicas de Ensino Naturalistico Baseadas em Evidências para Melhorar o Ensino de Crianças com TEA (com tradução simultânea)

    10:00h – 10:15h perguntas

    10:15h – 11:15h Shawn Kenyon, Ph.D., BCBA-D,
    Formado em Psicologia pela Worcester State College e Mestrado em Aconselhamento Terapeutico pela Assumption College.
    trabalhou no New England Center for Children (NECC). Trabalhou com crianças com Autismo e Distúrbios Emocionais no Spectrum Center no Norte da CA e na Crossroads em Massachusets. Shawn atualmente é Vice Presidente Clínico da Bright Futures Academy na California, USA, e Professor do Curso de Mestrado em Análise Comportamental Aplicada pela Northeastern University em Boston, MA. Shawn está atualmente finalizando o Doutorado em Educação pela Northeastern University em Boston, MA.

    Palestra: Strategies to reduce challenging behaviors
    Tradução:“Estrategia para lidar com problemas graves de comportamento(com tradução simultânea)

    11:15h – 11:30h perguntas

    11:30h – 13:00h almoço

    13:30h – 14:30h Linda A. LeBlanc, Ph.D., BCBA-D
    Diretora Executivo de Pesquisa e Serviços Clínicos no Trumpet Behavioral Health . Ela é uma psicóloga da Associação para a Análise do Comportamento International.
    Seus interesses de pesquisa atuais incluem o tratamento comportamental do autismo e deficiências de desenvolvimento em toda a vida,o treinamento de pessoal e OBM em ambientes de serviços humanos e tecnologia incorporando intervenções comportamentais
    Diretora Executiva de Pesquisa e Serviços Clínicos no Trumpet Behavioral Health . Ela é uma psicóloga clínica da analista do comportamento , e Fellow da Associação para a Análise do Comportamento International.
    Seus interesses de pesquisa atuais incluem o tratamento comportamental do autismo e deficiências de desenvolvimento em toda a vida , o comportamento verbal , treinamento de pessoal e OBM em ambientes de serviços humanos e tecnologia incorporando intervenções comportamentais
    Palestra:Intensive Toilet Training for Individuals with Autism and Intellectual Disabilities
    Tradução: Treino Intensivo de Banheiro Para Pessoas com TEA e Outras Deficiências Intelectuais(com tradução simultânea)

    14:30h – 14:45h pergunta
    14:45h – 15:45h Meca Andrade, MA
    Palestra:Tratamento de Problemas de Comportamento Associados ao Autismo no Brasil: Uma Introdução (sem perguntas)

    15:45h – 16:15h intervalo
    16:00h - 17:00h MESA - TRATAMENTO DE PROBLEMAS DE COMPORTAMENTO NO BRASIL (com tradução simultânea)

    07 de junho de 2015

    09:00h – 09:15h apresentação do PROJETO PILOTO – AFETO

    09:15h – 10:15h Caio Miguel, Ph.D., BCBA-D,
    Professor Associado de Psicologia da Universidade Estadual da Califórnia , Sacramento. Análista do Comportamento Aplicado, Comportamento Verbal , autismo , Estímulo Equivalência do Departamento de Psicologia na Western Michigan University. Atualmente é professor associado de Psicologia e de um corpo docente afiliado no programa de Doutorado em Educação da Universidade Estadual da Califórnia , Sacramento. Dr. Miguel prende nomeações adjunto da Escola de Chicago de Psicologia Profissional - Los Angeles, e na Universidade de São Paulo - Brasil. Ele também é um analista do comportamento Board Certified .Associate Professor of Psychology, California State University, Sacramento. Editor associado da revista cientifica Journal of Applied Behavior Analysis
    Palestra :“Investigações em linguagem e categorização em crianças com autismo”

    10:15h – 10:45h intervalo
    10:45h - 11:45h pergunta
    Caio Miguel, Ph.D., BCBA-D
    11:45h – 12:00h perguntas
    12:00h Encerramento


  • Camisas Afeto - Conscientização do Autismo

    27/03/2015

    O que acha de ter um pedacinho da Afeto com você? Estão disponíveis para venda, as novas camisetas do evento de Conscientização do Autismo. Crianças e adultos já podem adquirir a sua, basta entrar em contato com o número abaixo! Temos nos tamanhos: Adulto: P, M, G, GG. Infantil: 6 e 10. ... ver mais

    O que acha de ter um pedacinho da Afeto com você?

    Estão disponíveis para venda, as novas camisetas do evento de Conscientização do Autismo.
    Crianças e adultos já podem adquirir a sua, basta entrar em contato com o número abaixo!

    Temos nos tamanhos:
    Adulto: P, M, G, GG.
    Infantil: 6 e 10.

    Valor: R$ 20,00.

    Contato:
    (81) 9801-3732

    https://www.facebook.com/afeto.autismo

  • Palestra Dr Carlos A. Gadia

    11/01/2015

    Palestra com Dr Carlos A. Gadia neurologista Maiane Childrens Hospital data: 07/02/2015 (sabado) Local: R das Fronteiras 175 Boa Vista 1º andar do Edf. Memorial Clinicas Auditorio Prof. Luiz Tavares contato Sylvia - 81 93838677... ver mais

    Palestra com Dr Carlos A. Gadia
    neurologista Maiane Childrens Hospital
    data: 07/02/2015 (sabado)
    Local: R das Fronteiras 175 Boa Vista
    1º andar do Edf. Memorial Clinicas
    Auditorio Prof. Luiz Tavares

    contato Sylvia - 81 93838677

  • AGRADECIMENTO A EDUARDO

    15/08/2014

    AGRADECIMENTO a Eduardo Conheci Eduardo no Comitê Pernambucano Pró Lula, localizado na Estrada do Arraial . Ele ainda era bem jovem, tinha apenas 25 anos e já era o coordenador geral do comitê. Eu trabalhei neste comitê na área geográfica do Recife. Quando paguei uma cadeira isolada na UF... ver mais

    AGRADECIMENTO
    a
    Eduardo
    Conheci Eduardo no Comitê Pernambucano Pró Lula, localizado na Estrada do Arraial . Ele ainda era bem jovem, tinha apenas 25 anos e já era o coordenador geral do comitê. Eu trabalhei neste comitê na área geográfica do Recife.
    Quando paguei uma cadeira isolada na UFPE, do curso de economia que fazia noutra faculdade, o vi algumas vezes por lá, mas ainda não o conhecia.
    A vocação política, a intimidade com o poder, depertou-lhe logo cedo.
    Seu avô - Miguel Arraes - percebeu logo que ele tinha essa vocação e o chamou para chefe de gabinete do seu governo. Ele posteriormente assumiria a Secretaria da Fazenda do Estado.
    Daí por diante ascendeu a cargos como : Deputado Estadual, Deputado Federal, Ministro da Ciência e Tecnologia, governador do Estado de Pernabuco.
    Em 2014 deixou o governo do estado para disputar o cargo de presidente da república. O que Eduardo sonhava e queria era lançar as suas propostas e o seu nome em nível nacional. A vitória eleitoral seria um sonho ainda um pouco distante. Sua grande vitória realmente seria política e não eleitoral. Como ele era muito jovem teria tempo suficiente para se preparar para administrar o cargo em outra oportunidade.
    Eis que a morte interrompe os seus maiores projetos e os seus maiores sonhos.
    A minha amiga Ângela da Associação Afeto - Entidade que trabalha com Autistas, a qual faço parte, – conversando comigo, ela relatou o apoio e a força que Eduardo Campos e sua esposa Renata deram a sua luta em iniciar um projeto de montar uma clínica para autistas com profissionais capacitados que atendesse a custo zero as famílias e os portadores desta sindrome. Só quem sabe as despesas com um autista é quem cuida de um. As clínicas são caras, os médicos são caríssimos, as escolas são caras, enfim, as despesas são elevadíssimas, e o pior: FALTA O CONHECIMENTO
    Ângela já luta para montar essa clínica há 13 anos e sempre sem o apoio das entidades e gestores das políticas públicas. Com a ousadia que lhe é peculiar ela entrou num evento que o governador estava só para falar com ele e reinvindicar o apoio para sua causa e seus projetos.
    Mesmo temerosa em falar com o governador, pois estava neste local sem ser convidada, a mesma foi notada pelo governador que a chamou para conversar.
    Com a ajuda do governador ela conseguiu trazer a 16ª Jornada do Autista para Recife e estar iniciando um convênio na UFPE e a Universidde da California (USA), um dos maiores centros de tratamento e pesquisa em autismo. Sem a ajuda de Eduardo Campos as portas para ela continuar com os seus projetos relacionados as pessoas com Autismo não teriam saido do papel.
    Com a morte de Eduardo Campos. Ela não terá mais a figura do ex governador, que foi o seu apoio maior na luta para ajudar a implantar os projetos relacionados aos Autistas.
    Aproveito a oportunidade, como pai de criança autista, para cobrar das autoridades constituídas maiores compromissos e responsabilidades com a nossa causa e a nossa luta. Que esse compromisso seja efetivado na prática e não só na retórica de palavras bonitas, mas sem efeito.
    Aproveito o ensejo para, em nome da Afeto e de todos , agradecer a Eduardo Campos por tudo que ele fez pela luta dos projetos e causas dos autistas. Se vivo ainda tivesse nós teríamos a certeza que continuaria a nos ajudar, a nos incentivar e apoiar os projetos para beneficiar os autistas.
    Eduardo Campos: Que Deus te abençoe. Que Jesus ilumine os teus novos caminhos.
    Almir Paes


  • FENEARTE

    05/07/2014

    A AFETO está presente na maior feira de artesanato da America Latina vá conferir!...

    A AFETO está presente na maior feira de artesanato da America Latina

    vá conferir!

  • FENEARTE

    25/06/2014

    A XV FENEARTE acontece de 02 a 13 de julho de 2014 A AFETO está presente neste evento e espera por sua visita! ...

    A XV FENEARTE acontece de 02 a 13 de julho de 2014

    A AFETO está presente neste evento e espera por sua
    visita!

  • reportagem da revista veja março/2014

    25/05/2014

    Psiquiatria Uma em cada 68 crianças tem autismo nos EUA Prevalência é 30% maior do que a registrada em 2012 no país, que era de uma em 88 crianças Autismo: Problema é cinco vezes mais comum em meninos do que em meninas nos EUA Autismo: Problema é cinco vezes mais comum em meninos do q... ver mais

    Psiquiatria
    Uma em cada 68 crianças tem autismo nos EUA

    Prevalência é 30% maior do que a registrada em 2012 no país, que era de uma em 88 crianças

    Autismo: Problema é cinco vezes mais comum em meninos do que em meninas nos EUA
    Autismo: Problema é cinco vezes mais comum em meninos do que em meninas nos EUA (Thinkstock)

    Uma em cada 68 crianças americanas de oito anos de idade tem autismo, indicam novos dados do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês) divulgados nesta quinta-feira. A prevalência do transtorno no país sofreu um aumento de 30% em relação aos números divulgados em 2012, os quais apontavam que uma em cada 88 crianças dos Estados Unidos era autista.

    Ainda de acordo com o novo balanço do CDC, o autismo é quase cinco vezes mais comum em meninos do que em meninas, e mais prevalente em jovens brancos ou hispânicos do que negros. O órgão também indicou que a proporção de crianças autistas que possuem um coeficiente intelectual QI elevado aumentou. Hoje, nos Estados Unidos, cerca de metade dos jovens com autismo tem um QI dentro ou mais alto que a média. Há dez anos, essa taxa era de 30%.

    O relatório revelou que a maioria das crianças com autismo recebe o diagnóstico após os quatro anos de idade, embora a síndrome possa ser detectada a partir dos dois anos. \"Precisamos fazer mais para diagnosticar crianças mais cedo\", diz Coleen Boyle, diretora do Centro Nacional de Defeitos Congênitos e Deficiências do Desenvolvimento do CDC. \"A detecção precoce é a ferramenta mais eficaz que temos para fazer a diferença na vida dessas crianças.”

    Leia também:
    Sintoma do autismo pode ser detectado em recém-nascidos
    Estudo explica por que autismo é mais comum em homens do que em mulheres

    Diagnóstico — No ano passado, a publicação da nova versão do DSM (sigla em inglês para Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), documento considerado como a \"bíblia da psiquiatria\", propôs mudanças na forma como médicos devem diagnosticar o autismo. As diretrizes criaram uma nova classificação de transtornos mentais: o transtorno do espectro autista, que abrange em apenas uma categoria quatro condições: o transtorno autista, a síndrome de Asperger, o transtorno desintegrativo da infância e o transtorno global do desenvolvimento. Antes, esses quatro transtornos eram categorizados como doenças separadas.

    Para os especialistas do CDC, porém, o principal fator que levou ao aumento da prevalência de crianças autistas nos Estados Unidos não foi a mudança nos critérios de diagnóstico, mas o fato de as pessoas terem cada vez mais informações sobre o transtorno. Com isso, pais, professores e médicos são mais capazes de reconhecer sintomas que podem indicar o autismo.

    Em vídeo, especialista tira dúvidas sobre o autismo

  • reportagem revista veja maio/2014

    25/05/2014

    Fator ambiental é tão importante quanto o genético para risco de autismo Pesquisadores descobriram que a genética explica 50% dessa probabilidade - um peso menor do que estimativas anteriores, que eram de até 90% Autismo: Fatores ambientais têm influência maior do que se pensava no risc... ver mais

    Fator ambiental é tão importante quanto o genético para risco de autismo

    Pesquisadores descobriram que a genética explica 50% dessa probabilidade - um peso menor do que estimativas anteriores, que eram de até 90%

    Autismo: Fatores ambientais têm influência maior do que se pensava no risco do transtorno
    Autismo: Fatores ambientais têm influência maior do que se pensava no risco do transtorno (Thinkstock)

    Fatores ambientais são tão importantes quanto os genéticos para determinar o risco de uma pessoa ter autismo, sugere uma pesquisa publicada neste domingo no periódico Journal of the American Medical Association (Jama).

    De acordo com o estudo, a maior análise genética já realizada em torno do autismo, a hereditariedade explica apenas 50% da probabilidade de uma pessoa desenvolver o transtorno — um peso menor do que estimativas anteriores haviam sugerido, de 80% a 90%.

    A outra metade do risco é, portanto, influenciada por fatores ambientais. A pesquisa não analisou individualmente cada um desses fatores, mas os autores afirmam que eles podem incluir, por exemplo, o nível socioeconômico da família, complicações no parto e uso de drogas pela mãe antes ou durante a gravidez.

    \"Ficamos surpresos com o resultado porque não esperávamos que os fatores ambientais fossem tão importantes para o autismo\", diz Avi Reichenberg, pesquisador do Centro para Pesquisa em Autismo da Faculdade de Medicina Mount Sinai, nos Estados Unidos, e um dos autores do estudo. “As pesquisas recentes se concentram mais em estudar os genes relacionados ao autismo, mas agora percebemos que precisamos também identificar quais são esses fatores ambientais.”

    Leia também:
    Sintoma do autismo pode ser detectado em recém-nascidos
    Estudo explica por que autismo é mais comum em homens
    Oxitocina pode melhorar habilidades sociais de crianças autistas

    Análise — O novo trabalho foi feito no Instituto Karolinska, na Suécia, e contou com a colaboração de especialistas suecos, britânicos e americanos. Ele se baseou nos dados de mais de 2 milhões de crianças nascidas na Suécia em 1982, que foram acompanhadas até 2006. Durante esse tempo, houve 14 516 diagnósticos de autismo, uma prevalência de 0,7%.

    Para chegar aos resultados, os pesquisadores compararam o risco de autismo entre crianças que tinham algum parente com autismo e crianças sem casos do transtorno na família. O estudo também indicou que o risco de uma pessoa ter autismo aumenta quanto mais próximo for o grau de parentesco com alguém que tem o distúrbio. Os pesquisadores observaram, por exemplo, que a chance de autismo foi dez vezes maior em crianças que tinham um irmão com o transtorno e duas vezes maior entre aquelas que tinham um primo autista.

    Os médicos ainda não sabem exatamente o que causa o autismo, mas cada vez mais estudos sugerem que o distúrbio é resultado de uma soma de fatores genéticos e ambientais. Um levantamento do governo dos Estados Unidos divulgado neste ano indicou que uma em cada 68 crianças tem autismo no país, uma prevalência 30% maior do que a registrada no ano anterior. No Brasil, não há dados epidemiológicos sobre o transtorno.

    Seis fatores ambientais relacionados ao autismo

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    1 de 6
    Uso de antidepressivos

    O uso de antidepressivos durante a gravidez pode dobrar o risco do filho desenvolver autismo. Essa é a conclusão de um estudo realizado na Califórnia e publicado no periódico Archives of General Psychiatry em novembro de 2011, que envolveu 298 crianças com distúrbios do espectro do autismo (ASD, na sigla em inglês) e 1.507 crianças no grupo de controle. O uso de tais medicamentos foi relatado por 6,7% das mães de crianças autistas, contra 3,3% das mães no grupo de controle. Essa relação é considerada mais forte caso os medicamentos sejam utilizados no primeiro trimestre da gravidez.

  • Autismo - Jornal folha de s Paulo

    22/05/2014

    Publicado em 4 de maio de 2014 A OUTRA FACE DO AUTISMO Se você está convencido de que o autismo é uma doença genética, reconsidere. Sim, a contribuição dos genes herdados do pai e/ou da mãe é enorme (50%), mas fica distante do que a ciência lhes atribuía até agora (90%). A concl... ver mais

    Publicado em 4 de maio de 2014

    A OUTRA FACE DO AUTISMO

    Se você está convencido de que o autismo é uma doença genética, reconsidere. Sim, a contribuição dos genes herdados do pai e/ou da mãe é enorme (50%), mas fica distante do que a ciência lhes atribuía até agora (90%).

    A conclusão está num estudo ímpar divulgado eletronicamente ontem pelo periódico médico “Jama” (doi:10.1001/jama.2014.4144), da Associação Médica Americana (EUA). Ele sai publicado quarta-feira na revista impressa.

    Por que se deve confiar mais na nova pesquisa do que nos trabalhos anteriores? Porque nunca se fez um tão grande e robusto, estatisticamente, quanto agora.

    A equipe de Sven Sandin, do Instituto Karolinska (Suécia), usou o poder dos grandes números e informações encerrados na memórias de computadores. É o que se chama hoje de “big data”; antes, dizia-se pesquisa “in silico”.

    No caso, a amostra inclui todos os nascimentos ocorridos na Suécia de 1982 a 2006. Vale dizer, 2.049.973 crianças. Entre elas, 37.570 pares de gêmeos, 2.642.064 pares de irmãos, 432.281 pares de meio-irmãos maternos e outros 445.531 pares de meio-irmãos paternos. De quebra, 5.799.875 pares de primos.

    “Big data” é isso aí. O resto são boas (ou más) amostragens. Nunca antes na pesquisa sobre autismo se fez nada dessa magnitude.

    Os autores também se valeram do fato de a Suécia ser um país organizado e igualitário. Há um registro nacional completo de nascimentos e outro de pacientes. Aos 4 anos, as crianças, que estão todas na pré-escola, passam por exames minuciosos de desenvolvimento mental, social e motor.

    Isso permitiu reunir todos os 14.516 diagnósticos (0,71% dos nascidos) de casos no chamado espectro autista (ASD, na abreviação em inglês). Aí se incluem quadros como asperger e outros que se caracterizam por dificuldades de interação, interesses restritos e comportamentos repetitivos. Desse total, 5.689 (0,28%) eram portadores do transtorno de autismo propriamente dito, a forma mais grave.

    Com base nos confiáveis registros civis e nos números únicos de identificação de pacientes, foi possível estabelecer quem era parente de quem, e qual a relação entre um e outro. De posse dessa informação e dos diagnósticos, os pesquisadores estimaram o chamado risco relativo de recorrência (RRR).

    Concluíram que ter um irmão com ASD decuplica a chance de também desenvolvê-lo. Entre meio-irmãos maternos ela se multiplica por 3,3, e entre meio-irmãos paternos, por 2,9. Entre primos, a probabilidade é dobrada.

    Outra forma de apresentar essas correlações é a chamada herdabilidade, ou seja, quanto da condição pode ser atribuída à herança genética e quanto decorre de condições de criação. O estudo do Karolinska diz que só metade da chance de manifestar transtornos do espectro do autismo deriva dos genes.

    A outra metade, portanto, provém de condições no ambiente em que a pessoa se desenvolve. Quais? O trabalho não dá uma palavra sobre isso. Seus autores se limitam a dizer que são conclusões relevantes para orientar o aconselhamento genético de famílias que tenham integrantes com o problema.

    Abre-se um campo enorme para novas pesquisas, contudo. Genes, em certo sentido, são a versão contemporânea do destino -pouco de pode fazer contra eles. A respeito do ambiente em que crescem nossas crianças, porém, podemos fazer muito.

    Por Marcelo Leite

    DE SÃO PAULO

    04/05/2014

    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2014/05/1448964-a-outra-face-do-autismo.shtml

  • 4ª Caminhada do Dia Mundial de conscientização do Autismo

    20/03/2014

    Dia 29 de março de 2014 acontece a nossa 4ª Caminhada repetindo o nosso encontro anual. Momento lúdico com muita festa, único de nossas famílias, amigos e todos que abraçam a causa. Nossas camisas, este ano tem a arte de nosso grande artista: Romero Andrade Lima Nossos agradeciment... ver mais

    Dia 29 de março de 2014 acontece a nossa 4ª Caminhada
    repetindo o nosso encontro anual.
    Momento lúdico com muita festa, único de nossas famílias,
    amigos e todos que abraçam a causa.

    Nossas camisas, este ano tem a arte de nosso grande artista:
    Romero Andrade Lima

    Nossos agradecimento a Romero pelo apoio a nossos autistas.

    A Caminhada acontece:
    Dia: 29/03/14
    hora: 15:30h
    local: Parque da Jaqueira - Av Rui Barbosa
    atração: A Banda: A Barca Maluca
    as camisas: local de venda: Lojas D\'OXIDO e Tchic
    valor: R$20,00


  • Livro Retratos do Autismo no Brasil é lançado.

    28/10/2013

    Livro Retratos do Autismo no Brasil é lançado. Versão eletrônica está disponível para download. A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e a Associação dos Amigos do Autismo de São Paulo (AMA/SP) lançaram nesta quarta-feira (16), em Brasília, o livro Retr... ver mais

    Livro Retratos do Autismo no Brasil é lançado. Versão eletrônica está disponível para download.

    A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e a Associação dos Amigos do Autismo de São Paulo (AMA/SP) lançaram nesta quarta-feira (16), em Brasília, o livro Retratos do Autismo no Brasil. A ministra da SDH/PR, Maria do Rosário participou da cerimônia de lançamento da publicação, que contou com palestras e debates sobre a temática das pessoas com deficiência no Brasil.

    Para Rosário, o livro abre as possibilidades para uma jornada pouco abordada na agenda institucional do país, que não deve estar só no âmbito médico.

    “Nós estamos respondendo com esse encontro a uma necessidade muito importante para o governo federal sobre o significado de viver sendo autista no nosso país”, destacou.

    Livro - Cerca de 300 exemplares da publicação foram distribuídas entre os participantes do evento. A versão digital já disponível para download no endereço:
    http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/publicacoes/retratos-do-autismo-no-brasil

    Estiveram presentes na solenidade, a psicóloga Maria América, uma das autoras do livro, a presidente da Associação Brasileira de Autismo, Marisa Fúria, a conselheira do Conade, Telma Maria Viga, entre outras autoridades.

    Assessoria de Comunicação Social
    http://www.sdh.gov.br/noticias/2013/outubro/livro-retratos-do-autismo-no-brasil-e-lancado.-versao-eletronica-esta-disponivel-para-download

  • AMA em Recife

    19/09/2013

    No dia 04 de outubro, palestra de Felipe Giorgi, MS. instruto da AMA. A AFETO foi fundada com as orientações desta grande instituição. Nosso modelo é o da AMA e nossa meta é chegar na mesma qualidade de atendimento e gratuito. História da AMA: A nossa história começa em 1983, quando a s... ver mais

    No dia 04 de outubro, palestra de Felipe Giorgi, MS. instruto da AMA.
    A AFETO foi fundada com as orientações desta grande instituição. Nosso modelo é o da AMA e nossa meta é chegar na mesma qualidade de atendimento e gratuito.

    História da AMA:

    A nossa história começa em 1983, quando a síndrome do autismo, que hoje muitos tratam com familiaridade, era totalmente desconhecida. A palavra autismo, definida em 1943/44 por Leo Kanner e Hans Asperger, constava apenas do vocabulário de alguns psicólogos e psiquiatras, e ainda assim só os especializados.
    Mas, como diz Uta Frith, \"um transtorno descrito recentemente não é necessariamente um transtorno novo\". O autismo já existia.
    Em 1983, o Dr. Raymond Rosenberg tinha alguns clientes que viviam um momento de angústia: eles tinham filhos de 3 anos em média e há pouco tinham sido diagnosticados com autismo. Essa era toda a informação que esses pais tinham: o nome da síndrome. Não havia qualquer pesquisa ou tratamento na cidade, no estado ou no país que pudesse ser utilizado para ajudar aquelas crianças. Os atendimentos para crianças excepcionais não eram adequados e nem mesmo aceitavam pessoas com autismo.
    Foi então que esses pais decidiram se reunir para, juntos, construir um futuro que amparasse seus filhos, e proporcionasse a eles maior independência e produtividade. Fundaram a AMA - Associação de Amigos do Autista, a primeira associação de autismo no país, e antes de completar um ano de fundação, a AMA já tinha uma escola, que funcionava no quintal de uma igreja batista. Este espaço era cedido pelo pastor Manuel de Jesus Thé, pai de César, portador de Síndrome de Asperger.
    A partir de então, começou uma luta sem igual. Por sua natureza de pesquisa na área do autismo e por haver uma população carente para ser atendida, a instituição - beneficente e sem fins lucrativos - lutava e luta até hoje para manter-se financeiramente. Na época da fundação da AMA, sendo o autismo ainda pouco conhecido, tornava-se muito difícil conseguir ajudas e arrecadar fundos. Fez-se necessária uma campanha na televisão com o conhecido ator Antonio Fagundes, para que as pessoas em geral pudessem familiarizar-se com a palavra autismo e não continuassem confundindo a AMA com Associação de Amigos do Artista, ou Alpinista como freqüentemente acontecia.
    Hoje esse quadro está muito mudado.
    A luta ainda é muito dura. Hoje a AMA pode oferecer atendimento 100% gratuito graças a dois importantes convênios com as Secretarias de Estado de Educação e da Saúde, mas estes convênios não garantem tudo. É necessário levantar recursos para a compra de alimentos, de material pedagógico, para a manutenção dos equipamentos e dos imóveis, além dos programas de capacitação e motivação dos funcionários.
    Contudo, a palavra autismo não é mais aquele mistério. Muitas pessoas se envolveram com a causa e fundaram associações semelhantes, para a educação de pessoas com autismo por todo o Brasil. Outros países se envolveram com nosso trabalho, como a Suécia que durante mais de 10 anos contribuiu financeira e tecnicamente com a AMA. Já foram realizados encontros regionais e nacionais, cursos e congressos. Continuamos trazendo profissionais estrangeiros altamente qualificados que dão apoio técnico a todo o trabalho realizado pela AMA.
    Ao longo desta dura jornada, a AMA conquistou reconhecimento como instituição de utilidade pública (Utilidades Públicas: Municipal - Decreto n°. 23.103 - 20/11/86, Estadual - Decreto n°. 26.189 - 06/11/86 e Federal - D.O.U.24/06/91). Recebeu, da sociedade, prêmios pelo trabalho realizado, como o \"Prêmio Bem Eficiente\", da Kanitz e Associados (1997 e 2005) e o \"Prêmio Direitos Humanos\", da Unesco e Poder Executivo Federal (1998), entregue à AMA pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.
    A AMA tem muito orgulho de sua história, e considera o seu principal patrimônio toda a experiência e o conhecimento acumulados.

“Posso admitir que o deficiente seja vítima do destino! Porém não posso admitir que seja vítima da indiferença!” - John Kennedy